Passeias-te á minha frente como se não tivesse havido passado.
Passeias-te por mim, Imperatriz possuidora do teu saber.
Ridícula, Forte, tentando ver o tempo passar.
Ao passeares, o teu Corpo deseja ser mais forte, deseja [ter] alguém.
Ao passeares pela terra, vês o teu estado. Fraca, sem bravura sem hipóteses de outra luta.
Não possuíeis saber.
Nem Trono.
Nem Coroa de Rainha.
Mas mesmo assim passeias.
Sem Nada, sem saber, sem bravura, Ridícula.
Com o desejo de ter alguém. Pela traição ao teu Trono, ao teu Amor.
Pelas lágrimas que os teus olhos deitaram.
Pelos sorrisos que os teus lábios não deitaram.
Pelo Amor que alguém não foi capaz de ter dar.
Imperatriz, Passeia-te.
A Ti, ao teu Corpo, ao teu Coração, á tua Alma.
Enquanto te passeias, não te vais lembrando do que foste, do que te fizeram, do que não quiseste ser.
Imperatriz, não te chamarei Ridícula nem fraca nem capaz de teres força.
Porque assim, apenas eu te vejo.
Apenas eu te imagino a tocar o mesmo chão do Povo.
Apenas eu ainda a querer cheirar o teu Perfume, o teu Amor.
Apenas eu a chamar-te Imperatriz.
Sem ninguém saber, nem Tu nem Eu.
domingo, 2 de agosto de 2009
sábado, 25 de abril de 2009
Grita-se Liberdade!
Agora sim já podemos escrever.
Já podemos falar, sorrir e gritar.
Agora sim já podemos sair á Rua sem medo de nos escutarem.
Já podemos falar de boca aberta e sorrir de dentes repletos de brilho.
Já passou a escuridão,
Já passaram os dias sem luz nem esperança no horizonte.
Já passou o tempo em que o povo se calava.
Saiu há Rua a Força de um Povo,
Um povo que via o vento passar com a alegria de viver.
Um povo que se calava ao mínimo ruído do regime.
Agora o Povo já grita,
Já sonha um amanhã.
Um amanhã onde não há escravatura nem medo de falar.
Um amanhã onde sair á rua é como se fosse sempre o acto mais natural do Mundo.
De ideais sonhados a actos enlouquecidos.
Houve gente que arriscou a vida.
Houve Pessoas normais que se fartaram de estar caladas.
Houve pessoas normais que se tornaram Heróis.
Gritaram.
Arriscaram a Vida pelo povo.
Arriscaram a Vida pela Liberdade.
De escravos a Senhores do Poder.
Os ideais foram esquecidos e os seus passados também.
O Povo mudou e a Liberdade ficou.
Ficou lembrada pelo vento que passa e pelo rio que fluí.
Mas a força de um Povo saiu á Rua e nunca mais foi feita escrava.
O Povo cresceu.
Com o Povo cresceu o País!
Com o País cresceu a Liberdade!
Com a Liberdade crescemos todos nós!
Já podemos falar, sorrir e gritar.
Agora sim já podemos sair á Rua sem medo de nos escutarem.
Já podemos falar de boca aberta e sorrir de dentes repletos de brilho.
Já passou a escuridão,
Já passaram os dias sem luz nem esperança no horizonte.
Já passou o tempo em que o povo se calava.
Saiu há Rua a Força de um Povo,
Um povo que via o vento passar com a alegria de viver.
Um povo que se calava ao mínimo ruído do regime.
Agora o Povo já grita,
Já sonha um amanhã.
Um amanhã onde não há escravatura nem medo de falar.
Um amanhã onde sair á rua é como se fosse sempre o acto mais natural do Mundo.
De ideais sonhados a actos enlouquecidos.
Houve gente que arriscou a vida.
Houve Pessoas normais que se fartaram de estar caladas.
Houve pessoas normais que se tornaram Heróis.
Gritaram.
Arriscaram a Vida pelo povo.
Arriscaram a Vida pela Liberdade.
De escravos a Senhores do Poder.
Os ideais foram esquecidos e os seus passados também.
O Povo mudou e a Liberdade ficou.
Ficou lembrada pelo vento que passa e pelo rio que fluí.
Mas a força de um Povo saiu á Rua e nunca mais foi feita escrava.
O Povo cresceu.
Com o Povo cresceu o País!
Com o País cresceu a Liberdade!
Com a Liberdade crescemos todos nós!
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Imagens de Abril
terça-feira, 7 de abril de 2009
E se fosse tudo tão simples como Amar-te?
Sem saberes, sobes a Rua comigo.
Lembramo-nos de que o Amor não é algo proibido,
É algo que se sente, é algo que não se conhece.
Os nossos passos são uniformes.
Mesmo Ritmo.
Mesmo Vigor.
Mesma Força para nos ouvirmos a Amar.
Diz-me, responde-me ao ouvido.
Como te tocar?
Como levar as minhas mãos até ao teu Corpo sem te magoar, sem tirar o teu brilho.
E se fosse tudo tão simples como Amar-te?
Se tudo fosse tão simples eu ia-te ter.
Mas não te iria amar com o mesmo Ritmo, com o mesmo Vigor, com a mesma Força.
Se tudo fosse tão simples, Amar-te seria apenas uma Palavra.
Lembramo-nos de que o Amor não é algo proibido,
É algo que se sente, é algo que não se conhece.
Os nossos passos são uniformes.
Mesmo Ritmo.
Mesmo Vigor.
Mesma Força para nos ouvirmos a Amar.
Diz-me, responde-me ao ouvido.
Como te tocar?
Como levar as minhas mãos até ao teu Corpo sem te magoar, sem tirar o teu brilho.
E se fosse tudo tão simples como Amar-te?
Se tudo fosse tão simples eu ia-te ter.
Mas não te iria amar com o mesmo Ritmo, com o mesmo Vigor, com a mesma Força.
Se tudo fosse tão simples, Amar-te seria apenas uma Palavra.
Se queremos mudar o Mundo...
"Se queremos mudar o Mundo, temos de mudar as Pessoas.
Se queremos mudar as Pessoas, começamos pelo Coração.
Se queremos mudar o Coração das Pessoas, usamos a Música."
Bono - Vocalista dos U2
Se queremos mudar as Pessoas, começamos pelo Coração.
Se queremos mudar o Coração das Pessoas, usamos a Música."
Bono - Vocalista dos U2
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